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sábado, 29 de setembro de 2012

O Burrinho Brincalhão

O Burrinho Brincalhão


    Um macaco subiu num telhado e ali começou a dançar. O dono do prédio achou muita graça daquelas danças e cambalhotas. No dia seguinte, um burro subiu no mesmo telhado, e, dançando quebrou várias telhas. O dono do prédio ceio ao encalço do burro e expulsou-o de cima do telhado, malhando-o com um pedaço de pau.

    - Por que me bates? - perguntou o burro. - Ontem o macaco fez a mesma coisa e tu apenas riste!

    - É verdade - respondeu o homem. - Mas era diferente.

Moral da História - "O que é direito para um pode ser errado para outro."  

Até a Próxima!!

O Avarento

O Avarento


    Um avarento vendeu tudo o que possuía e, como dinheiro apurado, comprou um enorme pedaço de ouro. Cavou um buraco no jardim e ali enterrou o ouro. Todos os dias ele ia até ali, desenterrava o ouro e o contemplava amorosamente.

    Um dos empregados do avarento começou a conjecturar sobre o que iria fazer o patão durante tanto tempo no jardim. Escondeu-se por detrás duma árvore e descobriu o segredo do tesouro escondido.

    De noite, quando o avarento dormia, o empregado foi até i jardim e furtou o ouro.

    Quando o avarento deu pelo desaparecimento de tesouro, começou a chorar, desesperadamente, arrancando os cabelos. Um vizinho lhe disse:

    - Pare de chorar, meu caro. Apanhe uma pedra e ponha dentro do buraco. E venha todos os dias contemplá-la.

Moral da História - "A avareza tanto serve aos ricos quanto aos pobres."

Até a Próxima!!

Júpiter, Netuno, Minerva e Momo

Júpiter, Netuno, Minerva e Momo


    Segundo uma velha lenda, o primeiro homem foi feito por Júpiter, o primeiro toro por Netuno, e a primeira casa foi feita por Minerva. Quando os deuses terminaram cada qual sua obra, começaram a discutir, para ver qual a mais perfeita. Não tendo chegado a um acordo, pediram a Momo que ele julgasse.

    Momo, que não tinha talento criador, começou a apontar erros. Primeiro falou da obra de Netuno:

    - Você devia ter posto os chifres do touro debaixo dos olhos. Como é que ele pode ver onde dará a chifrada?

    - O homem devia ter o coração fora do corpo. Como é que os outros podem ver os seus sentimentos?

    E, para Minerva:

    - A casa que você fez devia ter rodas. Como é que os seus moradores poderão evitar os vizinhos incômodos?

    Júpiter, zangado, privou Momo do direito de julgar.

Moral da História - "O invejoso não vê méritos no que os outros fazem."

Até a Próxima!!

Júpiter e a Abelha

Júpiter e a Abelha


    A rainha Abelha queria oferecer mel aos deus Júpiter. Recolheu o mel das melhores colméias e voou com ele ao Monte Olimpo. O deus gostou tanto do presente que prometeu dar à abelha qualquer coisa que ela quisesse.

    - Oh, Júpiter Todo-Poderoso! - exclamou a abelha. - Dê-me um ferrão tão forte que com ele eu possa matar quem se aproximar para roubar o meu mel!

    Júpiter não gostou de ver a abelha com tamanho desejo de vingança. Mas não podia recuar de sua promessa. Disse então à abelha:

    - Vou dar-te um ferrão. E quando você atacar, a picada será mortal.

    A Rainha Abelha já ia agradecer a Júpiter, quando o deus acrescentou:

    - A picada será mortal - mas será mortal para você! Quando você usar o ferrão, ele se quebrará e você morrerá!

Moral da História - "Quem deseja o mal recebe o mal."

Até a Próxima!!

Hércules e o Carroceiro

Hércules e o Carroceiro


    Um carroceiro vinha puxando sua carroça no campo. De repente, uma das rodas meteu-se num sulco profundo da estrada. Desesperado, sem saber o que fazer, começou a gritar para que Hércules, o deus da força, o acudisse:

    Hércules ouviu os gritos do homem e desceu do Monte Olimpo. Mas, em vez de retirar a carroça o sulco, disse:

    - Meu caro, ponha o seu ombro de encontro à roda e empurre-a, que ela sairá daí.

Moral da História - " Ajude-se a si mesmo antes de pedir ajuda aos outros."

Até a Próxima!!

A Vendedora de Leite e o Balde

A Vendedora de Leite e o Balde


    Uma vendedora de leite ia a caminho do mercado. Na cabeça, levava um grande balde de leite. Enquanto andava, ia pensando no dinheiro que ganharia com a venda do leite:

    - Vou comprar umas galinhas. As galinhas vão botas ovos todos os dias. Vendendo os ovos a bom preço. Com o dinheiro dos ovos, compro uma saia e um chapéu novos. De que cor? Verde, tudo verde, que é a cor que me assenta bem. Irei ao mercado de vestido novo. Os rapazes vão me admirar, e me acompanhar, e me dizer galanteios, e eu sacudirei a cabeça... assim!

    E sacudiu a cabeça. O balde caiu no chão e o leite todo espalhou-se. A vendedora de leite voltou com o balde vazio.

Moral da História - "Não se deve contar hoje com os lucros de amanhã."

Até a Próxima!!

A Velha e o Médico

A Velha e o Médico


    Uma velha, que já não enxergava, chamou um médico e lhe disse:

    - Cure-me da minha cegueira e eu lhe pagarei bem. Mas se não me curar, nada pagarei. Concorda?

    O médico aceitou. Cada semana, ele vinha à casa dela e lhe aplicava nos olhos um remédio sem valor. Mas, a cada visita, ele carregava consigo alguma coisa dos móveis da velha. Acabou levando tudo que ela possuía.

    Depois disso, o médico deu-lhe um remédio que a curou. A velha enxergava outra vez a ponto de ver que sua casa estava vazia e que não poderia pagar o médico. E este, para cobrar, levou-a aos tribunais.

    Diante do juiz, a velha falou:

    - Este homem fala a verdade. Concordei que lhe pagaria se recuperasse a visão. Ele concordou que não precisaria pagar-lhe se eu permanecesse cega. Agora ele diz que estou curada. Eu digo que continuo cega, porque quando perdi a visão minha casa estava cheia objetos que agora não posso ver!

    O juiz deu ganho de causa à velha.

Moral da História - "Quem está pronto a ganhar o que não merece, deve estar pronto a perder."

Até a Próxima!!

    

As Rãs Pedindo Rei

As Rãs Pedindo Rei


    As rãs viviam felizes na sua lagoa. Brincavam e saltavam sem cuidado. Algumas delas, porém, não concordavam com aquele gênero de vida.

    - Devemos ter um rei - disse uma às outras. - Ele nos governará e dirá o que devemos fazer.

    Foram até Júpiter e lhe pediram um rei. Júpiter atirou na lagoa um pedaço de pau, dizendo:

    - Aí está o rei que vocês pedem!

    A princípio, as rãs se apavoraram; mas logo viram que se tratava de um pedaço de pau. Saltaram em cima dele:

    - Nem mesmo se move!

    Voltaram a Júpiter e pediram um rei de verdade:

    - Queremos um rei que nos governe!

    Júpiter mandou-lhes uma cegonha, que começou a devorar as rãs.

    - Salva-nos, Júpiter! - gritavam elas.

Moral da História - "É preciso construir hoje o dia  de amanhã."

Até a Próxima!!

As Lebres e as Rãs

As Lebres e as Rãs


    Por muito tempo, as lebres pensaram que qualquer outro animal era um inimigo. O medo era tanto que decidiram atirar-se num lago e morrer. Quando chegaram à ribanceira, viram as rãs, que ali descansavam, se atirarem no lago, apavoradas.

    A mais velha das lebres chamou as outras e lhes disse:

    - Vejam, há quem seja mais medrosa do que nós...

Moral da História - "Há sempre alguém pior do que nós..."

Até a Próxima!!

As Árvores e o Machado

As Árvores e o Machado


    Um lenhador foi à floresta e pediu às árvores que lhe dessem um cabo para o seu machado.

    Algumas das árvores, querendo ajudar o lenhador, disseram-lhe onde ele poderia encontrar uma boa irmã cuja madeira servisse para o cabo.

    Logo que o lenhador preparou o cabo do machado, começou a brandi-lo a torto e direito, derrubando as árvores mais fortes da floresta.

    Um velho carvalho, lamentando a destruição, disse a outro a seu lado:

    - Se as nossa irmãs não quisessem agradar ao lenhador, viveríamos ainda centenas de anos.

Moral da História - "Se queres proteção, protege o teu próximo."

Até a Próxima!!

A Raposa Sem Rabo

A Raposa Sem Rabo

    Um dia, uma raposa, passeando pela floresta, foi apanhada numa armadilha. Conseguiu escapar mas, para tanto, ali teve de deixar sua linda calda.. Envergonhada de aparecer em sociedade sem o seu belo ornamento, escondeu-se na floresta e não aparecia para ninguém.

    Assim passaram dias, enquanto ela pensava em como surgir diante das outras raposas...

    Veio-lhe então uma idéia: correu para onde estavam as outras e gritou:

    - Olhem-me, queridas amigas! Já não tenho mais rabo! Felizmente estou livre daquele horrível penacho! Vejam como estou mais bonita! Se vocês querem ficar tão bonitas quanto eu, posso cortar os rabos de todas vocês!

    - Irmã raposa - respondeu uma delas, a mais ajuizada - se nós tivéssemos perdido nossas caudas, estaria você disposta a ver-se livre da sua?

Moral da História - "A desgraça gosta de companhia."

Até a Próxima!!
 


A Raposa e o Lenhador

A Raposa e o Lenhador


    Uma raposa estava sendo perseguida por uma matilha de cães. Deparou com um lenhador, que cortava lenha no mato, e suplicou:

    - Esconda-me, por favor!

    O lenhador escondeu-a em sua cabana.

    Logo depois chegaram os caçadores com os cães.

    - Você não viu uma raposa por aqui?

    O lenhador respondeu, bastante alto para que a raposa ouvisse:

    - Não vi nenhuma raposa esta manhã...

    E, enquanto dizia, apontava para o lugar onde a raposa estava escondida. Mas os caçadores não entenderam o sinal e se foram com os cães.

    Assim que desapareceram, a raposa saiu do esconderijo e já ia correr, sem nada falar ao lenhador, quando este exclamou:

    - Como você é ingrata! Nem me agradece!

    - Gostaria de fazê-lo - retrucou a raposa. - Mas a sua mão não é tão caridosa quanto a sua boca!

Moral da História - "Um gesto mau destrói uma palavra boa."

Até a Próxima!!

A Raposa e o Corvo

A Raposa e o Corvo


    Um corvo faminto furtou um belo queijo e, com ele no bico voou para o alto duma árvore. A raposa o viu e gritou para o alto:

    Bom dia, belo corvo! Que lindas são suas pernas, que belo seu porte, que elegante a sua cabeça! Sou capaz de jurar que um animal bonito assim há de ter também uma bonita voz! Cante, que eu quero ouvi-lo!

    O corvo, envaidecido, abriu o bico para cantar. E o queijo caiu na boca da raposa.

Moral da História - "Os elogios exagerados são sempre suspeitos."    

Até a Próxima!!

A Raposa e as Uvas

A Raposa e as Uvas

    Uma raposa faminta entrou num terreno onde havia uma parreira, cheio de uvas maduras, cujos cachos se penduravam, muito alto, em cima de sua cabeça. A raposa não podia resistir à tentação de chupar aquelas uvas mas, por mais que pulasse, não conseguia abocanhá-las. Cansada de pular, olhou mais uma vez os apetitosos cachos e disse:

    - Estão verdes...

Moral da história - "É fácil desdenhar daquilo que não se alcança."

Até a Próxima!!

A Raposa e a Cegonha

A Raposa e a Cegonha


    Uma raposa convidou uma cegonha a jantar e só lhe serviu uma sopa, dentro de um prato muito raso. A raposa lambia o prato, com facilidade, enquanto que a cegonha só conseguia molhar um pouco a ponta do bico. Foi-se embora tão faminta quanto chegara.

    - Que pena! - disse a raposa. - Minha sopa não te agradou! Talvez não estivesse bem cozida!

    - Não precisa desculpar-te - respondeu a cegonha. - Vem jantar em minha casa na próxima semana.

    A raposa foi. Para seu desapontamento, a cegonha lhe serviu a sopa num jarro comprido, de gargalo estreito.

    A cegonha enfiou por ali o bico e bebeu a sopa toda. A raposa não bebeu uma só gota.

Moral da História - "Quem zomba dos outros é vítima de zombaria."

Até a Próxima!!

 

A Leoa


A Leoa

    Os animais dos campos e das florestas discutiam: qual deles seria capaz de ter maior número de filhos.

    Nesse momento, passou a leoa. Os animais fizeram-na parar e lhe disseram:

    - Estamos tentando saber qual de nós tem maior ninhada. Quantos são os seus filhos em cada ninhada?

    - Um só - respondeu a leoa. - Mas, lembrem-se: é um leão!

Moral da História - "Valor vale mais que número."

Até a Próxima!!

A Lebre e a Tartaruga


A Lebre e a Tartaruga


    Um dia, uma lebre se gabava de sua fantástica velocidade:

    - Ninguém corre mais depressa do que eu! Sou mais veloz do que o vento! Desafio qualquer animal a correr comigo!

    Ninguém se dispunha a aceitar, quando a tartaruga disse:

    - Eu topo.

    Todos riram, principalmente a lebre:

    - Você espera vencer-me?

    - Vamos ver...

    Combinaram que correriam ao redor do bosque, até voltarem ao ponto de partida.

    Dado o sinal, a lebre disparou e desapareceu, enquanto a tartaruga começou a marchar lentamente.

    Em pouco tempo, a lebre estava tão distante que resolveu descansar na relva macia. E dormiu. Por ele passou a tartaruga, lentamente. E lentamente chegou ao final, antes da lebre.

Moral da História - "Paciência vale mais do que pressa."

Até a Próxima!!

A Gansa de Ovos de Ouro


A Gansa de Ovos de Ouro


    Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à sua mulher, dizendo:

    - Veja! Estamos ricos!

    Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.

    Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço. E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mair dinheiro queria. E pensou:

    "Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"

    Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.

Moral da História - "Quem tudo quer, tudo perde."

Até a Próxima!!

A Formiga e a Pomba


 A Formiga e a Pomba


    Uma formiga sedenta veio à margem do rio para beber água. Para alcançá-la, devia descer por uma folha de grama. Quando assim fazia, escorregou e caiu dentro da correnteza.

    Uma pomba, pousada numa árvore próxima, viu a formiga em perigo. Rapidamente, arrancou uma folha da árvore e deixou-a cair no rio, perto da formiga, que pôde subir nela e flutuar até a margem.

    Logo que alcançou a terra, a formiga viu um caçador de pássaros, que se escondia atrás duma árvore, com uma rede nas mãos. Vendo que a pomba corria perigo, correu até o caçador e mordeu-lhe o calca-nhar. A dor fez o caçador largar a rede e a pomba fugiu para um ramo mais alto.

    De lá, ela arrulhou para a formiga:
    - Obrigado, querida amiga.

Moral da História - "Uma boa ação se paga com outra."

Até a Próxima!!

A Cotovia e seus Filhotes


A Cotovia e seus Filhotes


   Ao começar a primavera, uma cotovia fez seu ninho num verde trigal. Quando os filhotes da cotovia adquiriram forças para voar, o trigo estava maduro. O fazendeiro olhou o campo e disse:

    - É tempo de ceifar meu trigo. Vou chamar os vizinhos, para me ajudarem.

    Os filhotes ouviram e voaram para avisar a mãe:

    - O fazendeiro vai cortar o trigo! Temos que nos mudar depressa!

    - Temos tempo - retrucou a mãe.

    Dias depois, o fazendeiro voltou ao trigal. Viu que o trigo estava completamente maduro, quase a cair no chão.

    - Não há tempo a perder! Vou contratar uns ceifeiros e amanhã venho ceifar com eles.

    - Agora, sim - disse a cotovia - é tempo de nos mudarmos!

Moral da História - "Se você quer o trabalho feito, faça-o." 

Até a Próxima!!

A Cigarra e a Formiga


A Cigarra e a Formiga


    A Cigarra cantava no verão, enquanto que a formiga passava os dias a guardar comida para o inverno. Quando o inverno chegou, a cigarra não tinha o que comer e foi procurar a vizinha formiga:

    - Formiga, por favor, ajude-me. Não tenho o que comer...

    A formiga perguntou:

    - Que é que você fazia no verão?: Não guardou nada?

    - No verão eu cantava... - respondeu a cigarra.

    - Ah, cantava? Pois dance, agora!

Moral da História - "Deve-se prever sempre o dia de amanhã."

Até a Próxima!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Introdução

Fábulas de Esopo


    Esopo era um escravo que viveu na Grécia há uns 3.000 anos. Tornou-se famoso pelas suas pequenas histórias de animais, cada uma delas com um sentido e um ensinamento, e que mostram como proceder com inteligência. Os seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção de Esopo, em suas fábulas, é mostrar como nós, homens, podemos e devemos agir.

    Não se sabe muito a respeito da vida e Esopo, até mesmo porque outros fabulistas receberam o seu no-me e as histórias de suas vidas se misturaram. Dizem que as fábulas de um Esopo encontram tanto o seu do-no que este o libertou . Dizem que esse Esopo recebeu honrarias e foi recebido em palácios reais.

    As fábulas de Esopo, contadas e readaptadas por seus continuadores, como Fedro, La Fontaine e ou-tros, tornaram-se parte de nossa linguagem diária. "Estão verdes", dizemos quando alguém quer alcançar coisas impossíveis - o que é a expressão que a raposa usou quando não conseguiu as uvas...

    Esopo nunca escreveu suas histórias. Contava-as para o povo, que por sua vez se encarregou de repeti-las. Mais de duzentos anos depois da morta de Esopo é que as fábulas foram escritas, e se reuniram às de vários Esopos. Em outros países além da Grécia, em outra civilizações, em outras épocas, sempre se inven-taram fábulas, que permaneceram anônimas. Quando dizemos, no Brasil: "Macaco velho não mete a mão em cumbuca!", estamos repetindo o ensinamento de uma fábula. Assim, podemos dizer que, em toda a par-te, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, tra-duzida até pelos nossos Esopos.

    Neste Blog colocarei algumas das principais fábulas de Esopo. Espero que curtem e boa leitura.

Até a Próxima!!